Formação

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Primeira Reunião de Formação do Ano

Formação dia 24/02/2013 na Biblioteca Comunitária Solano Trindade
Para informações sobre endereço e horário entre em contato: anastacialivre@gmail.com

Importante: Reunião somente para as mulheres. Pauta: 1.Formação; 2. Informes; 3. Encaminhamentos do Planejamento p/ 2013.
Textos para a formação:
- O Método em Marx
Texto 1: Introdução ao Método em Marx, de Zé Paulo Netto. (via Scribd)
Texto 2 (complementar):  Entrevista c/ Zé Paulo Netto sobre esta obra - http://www.scielo.br/pdf/tes/v9n2/10.pdf



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Video do debate "Há Machismo na esquerda?"


Dia 10/11/2012 aconteceu o seminario debate "Há machismo na esquerda?"
Veja como foi

Faça o download do arquivo (633M)

terça-feira, 6 de novembro de 2012

NOTA PÚBLICA SOBRE A NÃO PARTICIPAÇÃO DO COLETIVO ANASTÁCIA LIVRE EM CARTA INTITULADA “Cuidado ao se relacionar com Autônomos e Autônomas F.C. e Casa Mafalda”.

O Coletivo Anastácia Livre, por meio desta Nota Pública, vem informar a todos que NÃO participou da elaboração e da assinatura da carta intitulada “Cuidado ao se relacionar com Autônomos e Autônomas F.C. e Casa Mafalda”, a qual não sabemos a procedência. Discordamos também da conduta daquelas que incluíram o nome deste coletivo de forma irresponsável, sem sequer convidarmos para uma reflexão conjunta sobre a situação descrita na carta, de forma que ambos os lados envolvidos tivessem possibilidade de manifestação. Isto impossibilitou apreendermos sobre o ocorrido para além de cartas divulgadas.
Deixamos claro também, sob qualquer alegação de acobertamento que possamos sofrer, que o Coletivo Anastácia Livre luta pela superação do machismo em todos os espaços, dentre eles os espaços de militância política. Entendemos que o machismo nos espaços de militância tem sido uma problemática constante e que deve ser pautada com seriedade e propositividade ao invés da defesa de práticas de uma esquerda punitiva que somente vem a fortalecer o Estado Penal.
Não atoa que junto de outros agrupamentos feministas engajamo-nos na construção do Seminário-Debate “Há machismo na esquerda?”, a ocorrer no próximo sábado, dia 10/11 e que terá caráter deliberativo no que tange a estratégias de superação da opressão nos espaços políticos, momento a ser debatido e construído junto com companheiros e companheiras.

Constituído enquanto grupo político socialista, dialogando com vertentes da esquerda revolucionária, é que mantemos nossa práxis pelo fim da opressão e da exploração do capital. Para este e outros enfrentamentos compreendemos que é somente a classe trabalhadora a única classe capaz de organizar um processo amplo de transformação social, que inclua a mudança das relações entre homens e mulheres, sendo nós, mulheres, as que indicaremos este processo a partir de nossa auto-organização.
Saudações Feministas,
Coletivo Anastácia Livre
Novembro,2012.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Há Machismo na Esquerda?

ESTE É O CARTAZ COM A PROGRAMAÇÃO. O LOCAL DA ATIVIDADE FOI ALETRADO.
Dicas de como chegar:
Do metrô São Joaquim: 10 minutos a pé
Do metrô Anhangabaú: 15 minutos a pé
Do metrô Sé: 15 minutos a pé - subir a Avenida, sentido Paulista
Do metrô Brigadeiro: 15 minutos a pé - descer a Avenida Brigadeiro, sentido centro)

De ônibus: Pegar ônibus na Praça da Sé que suba a Avenida Brigadeiro Luis Antonio. Pedir para descer no ponto da FMU.

 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dia Latino Americano e Caribenho de Luta Pela Legalização do Aborto.






Hoje Companheiras e Companheiros, é um dia de luta!
Somos claramente a favor do aborto, pois defendemos a vida das mulheres, defendemos a escolha de cada mulher decidir se quer ou não o filho, isto, porque entendemos a situação pela qual a mulher está submetida socialmente. Entendemos o processo de violência sexual ao qual estão submetidas muitas mulheres; entendemos que mesmo com a criminalização do aborto, cerca de 200 mil mulheres, num ato de desespero, anualmente, tentam abortar e acabam morrendo por conta da precaridade do atendimento clandestino ou práticas que aplicam sozinhas a si mesmas. Mais do que isso, reconhecemos a hipocrisia daqueles que defendem o direito a vida, pois o Estado não cuida das crianças que nascem, não garante moradia, educação, alimentação e atendimento médico, e nem mesmos os supostos defensores da vida, cidadãos comuns, se preocupam em atuar na defesa da infância e adolescência, mas pelo contrário, há uma forte cultural de condenação das nossa juventude marginalizada.
A luta pela legalização do aborto é uma luta pela vida, pela vida livre de todas trabalhadoras e todos trabalhadores!